25 de março de 2016

Jogar videogame melhora a inteligência e o desempenho escolar de crianças



Ao contrário do que prega o senso comum, jogar videogame pode ser muito benéfico para as crianças, segundo estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.
A pesquisa, publicada no periódico científico "Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology", foi feita com base na análise dos dados de 3.195 crianças europeias entre seis e 11 anos, coletados pelo centro "School Children Mental Health Europe".
A análise contemplou o desempenho escolar, o uso de videogames e o comportamento do ponto de vista dos pais, professores e dos próprios alunos.
O resultado apontou que as crianças que faziam uso de jogos eletrônicos tinham duas vezes mais chances de terem alto desempenho na escola e melhor função intelectual.
Estudos anteriores já haviam demonstrado que o uso moderado dos jogos, em torno de uma hora por dia, poderia influenciar positivamente as crianças em seus estudos.
Outras pesquisas, entretanto, apontaram que as crianças aprendem comportamentos agressivos e violentos por meio dos jogos eletrônicos.
Dessa vez, os cientistas acreditam que esse tipo de diversão também pode contribuir para que as crianças fiquem mais sociáveis e integradas à comunidade escolar. No entanto, moderação e limites continuam sendo indicados pelos especialistas.
Dentre as crianças analisadas, 20% faziam uso dos jogos durante mais de cinco horas por semana.

Retirado do site:   http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2016/03/09/jogar-video-games-melhora-a-inteligencia-e-o-desempenho-escolar-de-criancas.htm

O Brasil desperdiça seus talentos





Revista ÉPOCA - capa da edição 922 - Como o Brasil desperdiça seus talentos (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)

5 de dezembro de 2015

Museu da Imprensa Nacional



No dia 12/11/2015, visitamos o MUSEU DA IMPRENSA NACIONAL, com o objetivo de conhecimento cultural, como também, parte da 1ª etapa de critério para participação do 18º CONCURSO NACIONAL MUSEU DA IMPRENSA 2015/2016, na categoria de desenho, cujo tema: Mascotes Olímpicos visitam o museu. Onde fomos carinhosamente recepcionados por RUBENS CAVALCANTE e o diretor geral Fernando Tolentino.
















Exposição Arqueologia da Animação

 Em 01/10/2015, os alunos do CEF 32 juntamente com os alunos da E.C.64 de Ceilândia, participaram da exposição e oficina  Arqueologia da Animação, que  apresenta desenvolvimento técnico da animação a partir da utilização réplicas dos dispositivos óticos mecânicos - brinquedos utilizados na época pré-cinema que possibilitavam a visão de sequência animada de forma mecânica. Em proposta, enviaremos (enviamos) o “Material descritivo da exposição” à instituições locais para a passagem dos “brinquedos ópticos” (geringonças educativas) que revelam imagens e explicações bem como da linha do tempo e do material didático.

Fonte: http://arqueologiadaanimacao.blogspot.com.br/p/sobre-o-projeto.html












21 de junho de 2015

Superdotação não é garantia de altas habilidades em tudo na vida


Matéria que foi exibida no dia 13/06/06, no programa Como será? da Rede Globo

Superdotação não é garantia de altas 


habilidades em tudo na vida



Inteligência pode aparecer em cinco áreas: intelectual, acadêmica, psicomotora, artística e criativa, de forma isolada ou combinada



Victor Hugo foi descoberto superdotado na faculdade a agora cursa o mestrado e a graduação ao mesmo tempo (Foto: Globo)Victor Hugo só foi identificado como superdotado na faculdade de Biologia e agora cursa o mestrado e a graduação ao mesmo tempo (Foto: Globo)
De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), cerca de 8,7 mil alunos do Ensino Fundamental e pouco mais de 3 mil estudantes do Ensino Médio possuem a chamada superdotação. E, ao contrário do que muita gente pensa, ela não aparece em todas as áreas ao mesmo tempo. A inteligência e a habilidade podem se apresentar em uma das cinco áreas — intelectual, acadêmica, psicomotora, artística e criativa — isoladas ou combinadas. Ou seja, uma pessoa superdotada pode ser muito boa em Matemática, mas não ter habilidade para o esporte, por exemplo, embora existem casos de pessoas superdotadas em tudo.

— Superdotado dá a ideia que a pessoa é um super gênio, um cara que fica no porão fazendo pesquisa sozinho e não sai de casa. Por isso que eu prefiro o termo altas habilidades. O Neymar tem altas habilidades no futebol, eu tenho em Biologia. Então, você já começa a separar onde o cara é bom — explica Victor Hugo.
Victor Hugo é superdotado, mas só foi identificado quando entrou na faculdade de Biologia. Como passou no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) entre os dez primeiros colocados, e sempre teve na escola um desempenho brilhante na disciplina, os professores indicaram para ele um teste de QI, que comprovou a alta habilidade. Hoje ele faz parte do programa de altos estudos da Universidade Federal Fluminense (UFF) em Niterói, no estado do Rio, e cursa o mestrado e a graduação ao mesmo tempo. Em seis anos ele se forma mestre em Biologia. 
O Instituto Rogério Steinberg, no Rio de Janeiro, é um importante polo de desenvolvimento para superdotados. Ele seleciona alunos da rede pública de ensino que se destacam em atividades extracurriculares. Os que são identificados como superdotados são convidados a participarem das oficinas. Elas trabalham áreas da inteligência, leitura, escrita e sociabilidades.