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28 de junho de 2016
II Torneio Interescolar de Robótica do Sesi-DF
Hoje a aula foi fora da escola! Os alunos da área de robótica, visitaram o II Torneio de Robótica do SESI-Gama. Confira!
Uma experiência de estágio na NASA
Procurando oferecer aos nossos alunos atividades que permitam a exploração em diversas áreas, convidamos a Norma Terezinha,Técnica em Assuntos Educacionais no MEC, Licenciada em Pedagogia e M.Sc. em Administração Espacial pela International Space University – ISU, na França. Ela fez um estágio na NASA, realizando duas pesquisa na área espacial e que gentilmente compartilhou com os alunos a experiência. O evento aconteceu na última quinta-feira, 23/06/16.
CRIATIVIDADE & ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO
No dia 11/05/2016, a Sala de Recursos de Ceilândia promoveu em parceria com a Dra. Olzenir Ribeiro, a palestra "CRIATIVIDADE & ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO -Implicações conceituais e práticas de aprendizagem de alto nível", no auditório da UNB- campus Ceilândia.
6 de maio de 2016
Exposição Mondrian e movimento De Stijl
Nesta quinta-feira (05/05/16), fizemos uma visita ao CCBB, onde tivemos o privilégio de apreciarmos a Exposição Mondrian e o Movimento de Stijl.
A amostra apresenta pinturas, desenhos de arquitetura, maquetes, mobiliário, documentários, publicações de época e fotografias de artistas do movimento da vanguarda moderna holandesa, conhecido como De Stijl (O Estilo), iniciado como revista em 1917 e que teve como ícone o pintor Piet Mondrian. Esses artistas elaboravam um tipo de “arte total”, usando cores primárias para criar obras sem restrições, claras e limpas, como eles imaginavam o futuro. A exposição mostra também o percurso de Mondrian da figuração à abstração.
"Mondrian e o movimento De Stijl"
Local: Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço:SCES, Trecho 02, lote 22
Data: 21 de abril a 4 de julho
Informações: (61) 3108-7600
Horário: de quarta a segunda, das 9h às 21h.
Ingresso: entrada gratuita
Classificação indicativa: livre
Curadoria: Pieter Tjabbes.
Local: Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço:SCES, Trecho 02, lote 22
Data: 21 de abril a 4 de julho
Informações: (61) 3108-7600
Horário: de quarta a segunda, das 9h às 21h.
Ingresso: entrada gratuita
Classificação indicativa: livre
Curadoria: Pieter Tjabbes.
30 de abril de 2016
A necessidade de identificar o aluno superdotado
Os superdotados representam um grupo que é pouco compreendido e negligenciado. Há uma escassez de programas específicos, direcionados para o atendimento desse grupo (Fleith, 2002). O posicionamento do MEC em relação às legislações pertinentes a este grupo, se dá através da divisão dos indivíduos superdotados em alguns tipos, de acordo com a área de habilidade que apresentam, quais sejam: intelectual, social, acadêmico, criativo, psicomotor e talento especial (Brasil, 1995, p. 13). Dentre essas categorias, encontram-se na literatura algumas características comuns, tais como a curiosidade, autoiniciativa, originalidade, flexibilidade de pensamento, aprendizado rápido, fácil e eficiente e o raciocínio rápido, como apontam Almeida e Cappelini (2005).

A identificação precoce das altas habilidades é fundamental, uma vez que estes alunos demandam pronto atendimento, objetivando o pleno desenvolvimento de suas capacidades e ajustamento social, como retratam Almeida e Cappelini (2005).
Alencar (2003) coloca que o que tem sido amplamente discutido com relação ao aluno que se destaca por um potencial superior é que o ambiente educacional típico não está preparado para atender de forma adequada as necessidades desse aluno. De modo geral, o ensino regular é direcionado para o aluno médio e abaixo da média, e o superdotado, além de ser deixado de lado neste sistema, é visto, muitas vezes, com suspeita por professores que, por sua vez, se sentem ameaçados diante do aluno que questiona, que os pressiona, muitas vezes, com suas perguntas e comentário. A autora ainda aponta que, ao perguntar a alguns professores como se sentiriam caso soubessem que receberiam alunos superdotado em sua classe, muitos responderam que preferiam que isto não ocorresse, uma vez que esse aluno poderia constituir problema em classe. Tal dado sugere as dificuldades de muitos para lidar com os alunos que se destacam por um potencial superior e o reduzido grau de preparação docente para favorecer o desenvolvimento mais pleno do potencial humano.
Seeley (1985) menciona que professores sem capacitação ou conhecimentos na área da superdotação tendiam a serem desinteressados ou até mesmo hostis com relação ao aluno superdotado; apresentavam atitudes negativas que levavam alunos com Altas Habilidades a modificar o seu comportamento em sala de aula, se auto-sabotando, e escondendo suas habilidades e facilidades para se assemelharem a seus colegas sem estas habilidades, talentos e competências pudessem se sobressair, o que considera-se “nivelar por baixo”.
Alencar (2003) lembra que dificuldades de ajustamento podem ocorrer diante da falta de atendimento educacional especial, falta de capacitação dos professores e conhecimento do assunto por parte deste, principalmente em casos de alunos com QI extremamente elevado, que seriam mais sujeitos a enfrentamento de problemas de ajustamento e dificuldades emocionais, que são menos frequentes entre superdotados que não apresentam um QI extremamente elevado. Hollingworth (1942) demonstrou que esses alunos não se empenhavam na escola, passavam tempo alheios e sonhando acordado e, para eles, a frequência à escola era tida como perda de tempo, dada a distância entre as demandas da escola e as suas competências pessoais.
Artigo de Cláudia Hakim, do blog "Mãe de Crianças Superdotadas", publicado no Site, Almanaque dos Pais.
http://www.almanaquedospais.com.br/necessidade-de-identificar-o-aluno-superdotado/
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